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Preto no branco
Apesar de suas diferenças, Tom Gilmour, Shawn Correia, Gordon Armstrong e Craig Robson têm uma coisa em comum: a paixão pela linha preta. Foi essa afinidade artística que os levou a fundar o Black Line Collective.
Com menos de um ano de vida, o jovem grupo já exibe uma série de trabalhos interessantes feitos com tinta preta, que com certeza vão deixar os mais apaixonados por essa estética de cabelo em pé.
Skate, tattoo, música e cultura de rua são fontes de inspiração essenciais no trabalho do grupo, prova de que ainda temos muito a esperar desses quatro:



Os prédios de Nova York
Nova York tem cerca de 900 mil edifícios. James Hancock quer desenhar todos.
É essa a tarefa hercúlea que o australiano assume no projeto All the Buildings in New York, que começou como uma brincadeira e logo se transformou em uma verdadeira obsessão.
Até agora Hancock já desenhou mais de 500 prédios, e aqui você confere alguns. Será que ele vai persistir na meta?



As peças bem humoradas de Legrand

Gilbert Legrand fala em três linhas sobre a sua série de esculturas: “A abordagem desde trabalho é fazer uma extensa galeria de personagens híbridos que possibilitem brincar com ambos os fatos, o de saber qual é o objeto inicial em questão como a obra pictórica envolvida na sua metamorfose”.
Veja mais do trabalho do artista que transforma utensílios comuns ao dia-a-dia das pessoas em peças bem-humoradas em www.gilbert-legrand.com














Via abc design
Ilustras de Matthew Wade
O que se sabe sobre Matthew Wade é o que ele próprio escreve em seu website: depois de alguns projetos de videoarte no ensino médio e curtas exibidos internacionalmente, mudou-se para Vancouver e de lá saiu com um diploma em Animação. Dali, a próxima parada foi Hollywood, onde atualmente trabalha como freelancer.
Nós nunca vimos seu trabalho no cinema, mas se for à altura de suas ilustrações já será excelente. Com traços marcantes e estilo forte, o norte-americano dá à luz criaturas das mais estranhas.
E quem não adora uma estranhice que atire a primeira pedra:















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Um outro Darth Vader
Javier não tem estiletes ao invés de dedos, mas cria esculturas feitas com papel que de tão perfeitas parecem ilustrações digitais.
O espanhol fundou em Londres o seu próprio estúdio, o Lobulo Design. O despertar do interesse por design começou logo na infância. Ao ir às compras com a sua mãe, Javier começou a reparar na imensidão de produtos espalhados pelas gôndolas e as aparências das embalagens – principalmente as de sucrilhos.
Pois é, naquele supermercado o destino do artista foi determinado e, com o passar do tempo, ele descobriu o que poderia fazer com um computador além de jogar Pacman.




Talvez, de tanto apertar os comandos do game, ele adquiriu agilidade para construir suas ilustrações feitas com papéis coloridos. Seus trabalhos são comprados para estampar anúncios de marcas, mas, o que está bombando é a sua ilustração que mistura cristianismo com Star Wars. O mais legal de tudo, é o vídeo mostrando algumas etapas do processo criativo que você pode conferir abaixo.

+ Informações:
Site: Lobulo Design
Ashley Percival
Ashley Percival é uma ilustradora freelancer que vive no Reino Unido. O trabaho dela se destaca na multidão pelos curiosos bichos inventados, singulares raposas, corujas e ursos em passagens bem simpáticas.
“Eu retiro toda a inspiração da vida selvagem e da natureza, o resto vem da minha imaginação”, Ashley declara em seu site, o mesmo em que ela disponibiliza para compra várias de suas reproduções (por preços módicos). Veja as ilustras:

























