VEG
6 Casos de Crianças Que Foram Criadas Por Animais
Idaçãode que foi encontrada : 8
Localiza: Blagoveshchenka , Ucrânia
Anos no estado selvagem : 5
Animais: cães
Idade quando foi encontrado: 6
Localização: Sekandra, Índia
Anos no estado selvagem: 6
Animais criadores: lobos
Idade quando foi encontrado: 12
Localização: Andes, Peru
Anos no estado selvagem: 8
Animais criadores: cabras
Após ser encontrado, foi investigado por uma equipe da Universidade do Kansas (The University of Kansas e Kansas State University) e chamado Daniel.
Idade em que foi encontrado: cerca de 10 anos
Localização: deserto da Síria
Anos no estado selvagem: 9
Animais criadores: gazelas
Idade em que foi encontrado: 2 anos
Localização: Nigéria
Anos no estado selvagem: 1
Animais criadores : chimpanzés
Quando foi descoberto, Bello andava como um chimpanzé, usando as pernas, mas os braços arrastando no chão. Durante a noite ele saltava sobre as coisas, quebrava e jogava coisas no dormitório, perturbando as outras crianças. Seis anos mais tarde Bello ficou muito mais calmo, mas ainda pula como um chimpanzé, faz ruídos específicos de chimpanzés, e bate as mãos em concha sobre a cabeça repetidamente. Bello morreu em 2005.
Idade quando foi encontrado: 7 anos
Localização: Volgograd – Rússia
Anos no estado selvagem: 7
Animais criadores : pássaros
SOS – Animas Silvestres
Recentemente foi publicada a notícia sobre os problemas enfrentados pela ONG Adipa (Associação Direcionada na Preservação de Animas Silvestres) em Jundiaí/SP (a 56 km de São Paulo) que tem como representante o Sr. Hélio Lunardi, em relação a falta do apoio necessário do poder público para a manutenção deste importante trabalho, que além de tratar de diversas espécies da fauna (muitas vítimas de maus tratos) ainda promove efetivamente a educação ambiental junto à crianças do ensino fundamental.
As pessoas interessadas em colaborar de alguma forma com este importante trabalho devem entrar em contato com o Sr. Hélio Lunardi:
(11) 8242 5349
Para ver mais matérias relacionada com a ADIPAS DE JUNDIAÍ, acesse:
» Para saber mais sobre Hélio Lunardi e ADIPAS
» Vereadores não votam projeto em urgência para ajudar entidade
» Convênio de R$ 6,2 mil entra na pauta
» Vereadores não votam projeto para ajudar Adipas
Save The Animals apoia totalmente esse tipo de ação e presenteia ADIPAS com um logotipo.
Touradas banidas da TV pública Espanhola

A RTVE (Corporación de Radio y Televisión Eñola) está passando por uma atualização em sua grade e anunciou, no último sábado (8/01) que não transmitirá mais as corridas de touros, muito tradicionais no país. A emissora alega que o horário das corridas (à tarde) coincide com o que as crianças estão em casa e, muitas vezes, na frente da TV.
O canal já havia interrompido a transmissão regular desses “programas” em 2007, pois não podia pagar o valor cobrado pelos direitos de transmissão. No lugar, passou a transmitir partidas de futebol. A RTVE, desde que tomou essa medida, passou a enxergar as touradas como ato de violência contra os animais e a propagar essa idéia.
Parte da cultura espanhola, as touradas estão, a cada dia, mais próximas de seu fim. Na Catalunha, região onde as turadas são uma das festividades mais conhecidas, houve uma votação em Julho de 2010, visando acabar com a barbárie a partir de 2012. Ativistas em defesa dos animais, então, iniciaram forte campanha na Espanha e no norte da França, onde cerca de 100 touradas ocrorrem por ano.
Rebatendo as idéias da RTVE, pessoas que apoiam as touradas disseram que a decisão da emissora foi hipócrita, visto que diversas atrações do canal – como filmes, séries e novelas – também traziam atos de violência não só contra animais, e nem por isso tinham sua transmissão vetada. Como comparar, entretanto, ficção com vida real, leitor?
No Brasil, medida equivalente deveria ser adotada quanto aos rodeios, às exposições e diversas manifestações onde animais são postos como mero entretenimento do público.
Até a próxima! Um beijo.
Galinheiro do Futuro.
A sociedade contemporânea sempre fez uma ligação entre seus sentimentos e comida. Nos feriados católicos – provavelmente, os mais antigos de nosso calendário atual -, festa, alegria são sinônimos de comidas diferentes, muitas vezes vistas, especificamente, como carnes diferentes. Isso porque, a cultura da degustação de carnes vem, também, de longa data. Sexta-feira santa é ‘comemorada’ com peixes; Páscoa pede um lombo, pernil; no Natal, aposta-se nas aves: frangos e perus. Sem contar, a própria cultura nacional, onde final de semana é sinônimo de churrasco.
Levando isso em conta, nós, vegetarianos, sentimos na pele o quão difícil é ter essa atitude. Enfrenta-se preconceitos, diversos pensamentos e idéias sem fundamento e, até mesmo, egoístas, dos consumidores de carne. Entretanto, tem de ser característica nossa, também, a compreensão, a assimilação desse fator cultural citado acima.
Se não podemos extinguir o abate, o comércio e o consumo de animais, temos de, pelo menos, lutar por um tratamento digno dado a eles ainda em vida. Sabe-se bem do abarrotamento comum das fazendas de engorda e abate de animais; das más condições a que esses bichos são expostos; da forma cruel com que o animal é morto. Isso, entretanto, parece estar cada vez mais perto do fim – pelo menos na União Européia.
Um decreto assinado por lá diz que todos os galinheiros deverão adotar padrões de limpeza e espaço, para receber de forma mais confortável as aves. Além disso, diversas novas tecnologias serão utilizadas para o desenvolvimento da energia que é utilizada no galinheiro, a partir dos dejetos das aves. Leia a matéria completa AQUI e entenda essas mudanças.
Espera-se de outras regiões do mundo um encorajamento para renovações equivalentes, afinal, não é só na UE que se pretende consumir carne de qualidade. O que não pode ser deixado de lado é que a ‘matéria final’ vista nas mesas é resultado do tratamento dado em vida a esta ave.












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