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6 Casos de Crianças Que Foram Criadas Por Animais


Veja abaixo alguns casos de crianças encontradas em lugares extremamente selvagens que foram criadas por animais.


1. Oxana Malaya , a “garota cadela” ucraniana.

Data que foi encontrada: 1991
Idaçãode que foi encontrada : 8
Localiza: Blagoveshchenka , Ucrânia
Anos no estado selvagem : 5
Animais: cães
Não é um caso de criança confinada , mas sim uma negligenciada, Oxana Malaya passou grande parte da sua infância entre as idades de 3 e 8 vivendo em um canil no quintal da casa da família em Novaya Blagoveschenka , da Ucrânia, embora tenha passado algum tempo na casa com os pais alcoólicos e negligentes.Os pais alcoólicos de Oxana não puderam cuidar dela, e aos três anos de idade, ela foi exilada de sua casa. Eles moravam em uma área pobre, onde havia cães selvagens perambulando pelas ruas. Ela se refugiou em um barracão habitado por estes cães atrás de sua casa. Ela foi criada por eles e aprendeu seus comportamentos e maneirismos. O vínculo com a matilha de cães era tão forte que as autoridades que vieram para salvá-la foram expulsas na primeira tentativa pelos cães. Suas ações eram iguais aos sons de seus cuidadores. Ela rosnou , latiu , andou por todos os lados como um cão selvagem, cheirou a comida antes de comer , e foi encontrado nela sentidos extremamente aguçados de audição, olfato e visão. Ela só sabia dizer “sim” e “não” quando ela foi resgatada. Quando foi descoberta, Oxana achou difícil de adquirir habilidades sociais e emocionais humanas . Ela tinha sido privada de estimulação intelectual e social, e seu único apoio emocional veio dos cães que ela vivia. Quando foi encontrada em 1991, mal conseguia falar.
A partir de 2010, com a idade de 26 anos, Oxana reside em um lar para deficientes mentais, onde ela ajuda a cuidar das vacas na fazenda da clínica. Ela manifestou que é mais feliz quando está entre os cães.
2. Sanichar Dina, o Menino Lobo da Índia
Ano em que foi encontrado: 1867
Idade quando foi encontrado: 6
Localização: Sekandra, Índia
Anos no estado selvagem: 6
Animais criadores: lobos
Dina Sanichar, um dos meninos que viviam no orfanato Sekandra, foi removido de uma caverna com lobos, em 1867, quando tinha aproximadamente seis anos de idade. Dina Sanichar foi descoberto quando os caçadores na selva de Bulandshahr ficaram surpresos ao ver um menino seguindo um lobo em sua toca. Inicialmente, ele apresentou todos os hábitos de um animal selvagem, rasgando as roupas e comendo comida do chão. Ele acabou sendo desmamado sendo alimentado com cozidos de carne crua, mas nunca aprendeu a falar. Ele aparentemente se tornara viciado em tabaco. Dina Sanichar morreu em 1885.
3. Daniel, O Menino Cabra dos Andes
Ano em que foi encontrado: 1990
Idade quando foi encontrado: 12
Localização: Andes, Peru
Anos no estado selvagem: 8
Animais criadores: cabras
O menino cabra foi encontrada nos Andes, no Peru, em 1990, e foi dito ter sido criado por cabras durante oito anos. Supostamente ele sobreviveu bebendo seu leite e comendo raízes e frutos silvestres. Ao estar na natureza, ele desenvolveu as características selvagens. Ele caminha com todos os seus quatro membros; mãos e pés foram endurecidos devido à formação de cicatrizes que assumiram o papel de cascos. Ele era capaz de se comunicar com as cabras, porém não conseguia aprender a linguagem humana.
Após ser encontrado, foi investigado por uma equipe da Universidade do Kansas (The University of Kansas e Kansas State University) e chamado Daniel.

 

4. O Menino Gazela da Síria
Ano em que foi encontrado: 1946
Idade em que foi encontrado: cerca de 10 anos
Localização: deserto da Síria
Anos no estado selvagem: 9
Animais criadores: gazelas
Um rapaz com idade em torno de 10 anos foi encontrado em meio a uma manada de gazelas no deserto da Síria, e só foi capturado com a ajuda de um jipe do exército iraquiano, porque ele poderia correr a velocidades de até 50 quilômetros por hora! Apesar de extremamente magro, ele era muito forte com verdadeiros músculos de aço. Ele foi capturado quando teve suas mãos e pés atados.
5. Bello, o menino chimpanzé da Nigéria
Ano em que foi encontrado: 1996
Idade em que foi encontrado: 2 anos
Localização: Nigéria
Anos no estado selvagem: 1
Animais criadores : chimpanzés
Bello, o menino chimpanzé da Nigéria foi encontrado em 1996, com cerca de dois anos. Deficiente físico e mental, ele provavelmente teria sido abandonado por seus pais com aproximadamente seis meses, uma prática comum com crianças portadoras de deficiência entre os Fulani, um povo nômade que habita na região oeste do Sahel Africano.
Acredita-se que foi adotado e criado por chimpanzés, Bello foi encontrado com uma família de chimpanzés na floresta Falgore, 150 km ao sul de Kano, na Nigéria setentrional. Quando a história chegou a algumas agências de notícias, seis anos depois, em 2002, Bello estava morando na casa Tudun Torrey Maliki em Kano.
Quando foi descoberto, Bello andava como um chimpanzé, usando as pernas, mas os braços arrastando no chão. Durante a noite ele saltava sobre as coisas, quebrava e jogava coisas no dormitório, perturbando as outras crianças. Seis anos mais tarde Bello ficou muito mais calmo, mas ainda pula como um chimpanzé, faz ruídos específicos de chimpanzés, e bate as mãos em concha sobre a cabeça repetidamente. Bello morreu em 2005.
6. O Menino Pássaro da Rússia
Ano em que foi encontrado: 2008
Idade quando foi encontrado: 7 anos
Localização: Volgograd – Rússia
Anos no estado selvagem: 7
Animais criadores : pássaros
Em 2008, foi encontrada uma criança de sete anos, que foi chamada de “menino-pássaro”, que poderia se comunicar apenas piando depois que sua mãe o criou em um aviário. Autoridades disseram que a criança negligenciada foi encontrada vivendo em um minúsculo apartamento de dois quartos rodeados por dezenas de gaiolas com aves, alimentos e fezes de aves. O chamado “menino-pássaro” não conseguia entender qualquer linguagem humana se comunicava piando e agitando os braços.
As autoridades russas dizem que a criança não foi fisicamente prejudicada, mas está sofrendo da síndrome de Mogli, em homenagem ao personagem do livro da selva criado por animais selvagens, e não podia exercer qualquer comunicação humana normal.
A Mãe do garoto assinou um termo de abdicação dos cuidados da criança depois que ele foi descoberto. Ele foi temporariamente transferido para um asilo, mas logo depois foi encaminhado para o centro de atendimento psicológico, de acordo com relatórios.

SOS – Animas Silvestres

Recentemente foi publicada a notícia sobre os problemas enfrentados pela ONG Adipa (Associação Direcionada na Preservação de Animas Silvestres) em Jundiaí/SP (a 56 km de São Paulo) que tem como representante o Sr. Hélio Lunardi, em relação a falta do apoio necessário do poder público para a manutenção deste importante trabalho, que além de tratar de diversas espécies da fauna (muitas vítimas de maus tratos) ainda promove efetivamente a educação ambiental junto à crianças do ensino fundamental.

É preciso que os governantes aprendam a diferenciar a gestão ambiental pública, de discurssos ecológicos e do marketing ambiental, visto que estes, não provocam as mudanças de paradigmas necessários à sustentabilidade.

As pessoas interessadas em colaborar de alguma forma com este importante trabalho devem entrar em contato com o Sr. Hélio Lunardi:

(11) 8242 5349

Para ver mais matérias relacionada com a ADIPAS DE JUNDIAÍ, acesse:

» Para saber mais sobre Hélio Lunardi e ADIPAS

» Vereadores não votam projeto em urgência para ajudar entidade

» Convênio de R$ 6,2 mil entra na pauta

» Vereadores não votam projeto para ajudar Adipas

Save The Animals apoia totalmente esse tipo de ação e presenteia ADIPAS com um logotipo.

ADIPAS (Associação Direcionada na Preservação de Animas Silvestres)

Touradas banidas da TV pública Espanhola

A RTVE (Corporación de Radio y Televisión Eñola) está passando por uma atualização em sua grade e anunciou, no último sábado (8/01) que não transmitirá mais as corridas de touros, muito tradicionais no país. A emissora alega que o horário das corridas (à tarde) coincide com o que as crianças estão em casa e, muitas vezes, na frente da TV.

O canal já havia interrompido a transmissão regular  desses “programas” em 2007, pois não podia pagar o valor cobrado pelos direitos de transmissão. No lugar, passou a transmitir partidas de futebol. A RTVE, desde que tomou essa medida, passou a enxergar as touradas como ato de violência contra os animais e a propagar essa idéia.

Parte da cultura espanhola, as touradas estão, a cada dia, mais próximas de seu fim. Na Catalunha, região onde as turadas são uma das festividades mais conhecidas, houve uma votação em Julho de 2010, visando acabar com a barbárie a partir de 2012. Ativistas em defesa dos animais, então, iniciaram forte campanha na Espanha e no norte da França, onde cerca de 100 touradas ocrorrem por ano.

Rebatendo as idéias da RTVE, pessoas que apoiam as touradas disseram que a decisão da emissora foi hipócrita, visto que diversas atrações do canal – como filmes, séries e novelas – também traziam atos de violência não só contra animais, e nem por isso tinham sua transmissão vetada. Como comparar, entretanto, ficção com vida real, leitor?

No Brasil, medida equivalente deveria ser adotada quanto aos rodeios, às exposições e diversas manifestações onde animais são postos como mero entretenimento do público.

Até a próxima! Um beijo.

Galinheiro do Futuro.

A sociedade contemporânea sempre fez uma ligação entre seus sentimentos e comida. Nos feriados católicos – provavelmente, os mais antigos de nosso calendário atual -, festa, alegria são sinônimos de comidas diferentes, muitas vezes vistas, especificamente, como carnes diferentes. Isso porque, a cultura da degustação de carnes vem, também, de longa data. Sexta-feira santa é ‘comemorada’ com peixes; Páscoa pede um lombo, pernil; no Natal, aposta-se nas aves: frangos e perus. Sem contar, a própria cultura nacional, onde final de semana é sinônimo de churrasco.

Levando isso em conta, nós, vegetarianos, sentimos na pele o quão difícil é ter essa atitude. Enfrenta-se preconceitos, diversos pensamentos e idéias sem fundamento e, até mesmo, egoístas, dos consumidores de carne. Entretanto, tem de ser característica nossa, também, a compreensão, a assimilação desse fator cultural citado acima.
Se não podemos extinguir o abate, o comércio e o consumo de animais, temos de, pelo menos, lutar por um tratamento digno dado a eles ainda em vida. Sabe-se bem do abarrotamento comum das fazendas de engorda e abate de animais; das más condições a que esses bichos são expostos; da forma cruel com que o animal é morto. Isso, entretanto, parece estar cada vez mais perto do fim – pelo menos na União Européia.
Um decreto assinado por lá diz que todos os galinheiros deverão adotar padrões de limpeza e espaço, para receber de forma mais confortável as aves. Além disso, diversas novas tecnologias serão utilizadas para o desenvolvimento da energia que é utilizada no galinheiro, a partir dos dejetos das aves. Leia a matéria completa AQUI e entenda essas mudanças.
Espera-se de outras regiões do mundo um encorajamento para renovações equivalentes, afinal, não é só na UE que se pretende consumir carne de qualidade. O que não pode ser deixado de lado é que a ‘matéria final’ vista nas mesas é resultado do tratamento dado em vida a esta ave.

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