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Ceará possui a primeira usina de ondas da América Latina

tassoni 1Usina de Ondas – Com orçamento estimado em R$ 18 milhões, o projeto já gera energia em modo experimental na região

 Considerado uma fonte estratégica para todo o mundo e, principalmente, para o Brasil, o mar vem chamando a atenção de especialistas em energia, que já testam e implantam algumas alternativas de geração, como a usina de ondas.

Localizada no quebra-mar do Porto de Pecém, a 60km de Fortaleza, a usina de ondas é a primeira na América Latina responsável pela geração de energia elétrica por meio do movimento das ondas do mar. Com tecnologia 100% nacional, a estimativa é de que o equipamento de baixo impacto ambiental esteja completamente pronto para funcionar até o ano de 2020. Leia o resto deste post

Oito estados brasileiros trocam lixo reciclável por desconto na conta de luz

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Poucas pessoas recusariam um desconto na hora de pagar as contas do mês. E em alguns estados brasileiros, isso está se tornando realidade quando o assunto é conta de luz. As concessionárias de energia de oito unidades da federação – São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Pernambuco, Maranhão, Bahia, Rio Grande do Sul e do Norte – já adotam programas que dão desconto na tarifa em troca de material reciclável.

No Rio Grande do Sul, 32 contas de participantes foram zeradas, segundo a AES Sul. Iniciada em março deste ano, o projeto teve investimento de R$ 2,1 milhões da companhia.

Para descobrir quais cidades possuem o benefício, basta acessar o site da concessionária responsável pela área, onde as informações dos programas são detalhadas.

O projeto funciona da seguinte forma: o material recolhido pelo cliente é pesado e precificado conforme a tabela praticada pelo mercado de reciclagem. O quiilo da lata de alumínio custa R$ 1,70, da garrafa PET R$ 1, do papel branco sai por R$ 0,48, do plástico por R$ 0,25, do papelão R$ 0,18 e o quilo de papel de jornal ou revista custa R$ 0,10. Leia o resto deste post

Lixo de Jundiaí será transformado em energia com laboratório

201308272138978968 Aguinaldo Leite e Cristiano Guimarães estiveram na Alemanha. Parceria trará mini usina para processar o que coleta

A possibilidade de Jundiaí receber um laboratório da Universidade de Braunschweig, alemã, para estudo sobre resíduos sólidos pode render, ainda, a transformação de todo o lixo coletado na cidade em energia e fertilizantes. Leia o resto deste post

A pura polpa da energia?

Quem foi que disse que para se garantir energia o negócio é destruir florestas e vidas para montar “Belo Monte” em cima???

“Belo monte de merda”, essa Idea da nova “presidenta” Dilma aprovar literalmente da noite pro dia um projeto absurdo que vem sendo polemica desde os anos 70!!!

Bem como muitos de nós já conhecemos diversas maneiras alternativas de gerar energia como a luz solar ou os gigantes cata ventos eólicos, temos alguns geeks químicos inovando na área.

Um forte exemplo disso é a ação que a agencia francesa DDB criou para a marca de sucos Tropicana, a fim de reforçar a idéia de “energia natural” eles usaram alguns conhecimentos básicos em química para gerar energia a partir do ácido cítrico de 2500 laranjas e iluminar um out dor! Veja o vídeo abaixo:

Outro cara que se mostrou um gênio químico da “nuvem” foi esse cara, que ao juntar uma cebola furada com dois copos de Gatorade carrega seu Ipod sem problemas!

Inteligentes mesmo né? Esperamos que nosso governo caia na real, interrompa esse projeto absurdo da hidrelétrica “belo monte” e aproveite para inovar na maneira de abastecimento de energia nacional!

Vento de trens é utilizado para produzir energia

Designer industriais criaram um dispositivo, que chamaram de T-Box, que irá capitar o vento criado pelos trens quando eles passam pelos trilhos. O aparelho será instalado entre trilhos e enterrado pela metade para não atrapalhar as operações do transporte. Quando os carros passarem em cima deles, o vento irá acionar turbinas que gerarão eletricidade. Os criadores Qian Jiang e Alessandro Leonetti Luparini disseram que 150 T-Boxes poderiam ser instalados a cada quilômetro das linhas de metrôs e trens para aproveitar o vento, antes desperdiçado. Um trem viajando a 200 quilômetros por hora produziria vento equivalente a quase 50 quilômetros por hora. O dispositivo capturaria este vendo e suas turbinas produziriam 3,5 mil watts de potência. Se o trem tivesse 200 metros, viajando a uma velocidade de 300 quilômetros por hora, o T-Box poderia produzir 2,6 kilowatts. A eletricidade gerada poderia ser usada nas próprias instalações das estações ou poderia ser levada a áreas remotas, sem acesso à energia. [MSNBC]

O dilema de Belo Monte

A história de Belo Monte começa em 1979, quando o atual governo pretendia implantar a terceira maior hidrelétrica do mundo no Rio Xingu. Os técnicos do governo analisaram a viabilidade da construção de cinco barragens no grande rio e mais uma no rio Iriri. Na época, a usina de Itaipu tinha acabado de ser construída e trouxe em sua bagagem grande desastre socio-ambiental, além de o país estar passando por uma crise econômica. Estes dois motivos, somados, embargaram a obra da hidrelétrica.
Anos depois, o Governo de José Sarney tentou trazer o plano de volta, porém o viu – desta vez – inviável, por conta dos impactos que ele acarretaria ao meio ambiente, assim como uma incerteza quanto a seus custos. Os povos indígenas, então, bateram de frente com o governo, quando em 1989 aconteceu o 1º Encontro dos Povos Indígenas do Xingu, que ganhou repercussão internacional e fez o governo recuar. No governo FHC, quando houve um apagão, também cogitou-se a volta dos planos de Belo Monte.
O plano inicial do projeto, então, diminuiu, e, das cinco barragens que pretendia-se construir, só restou uma, além da mudança das turbinas convencionais para as de bulbo, que funcionam com pouquíssima água e exigem menor área de alagamento. Mesmo assim, ainda seria necessário um desmatamento de cerca de 12 mil herctares para a hidrelétrica.
Nas primeiras reuniões e nos primeiros planejamentos sobre Belo Monte, cogitou-se seu preço em 7 bilhões de reais que, atualmente, tornaram-se 16 e que já chegou aos 30 bilhões para as empresas que se candidataram ao leilão de concessão.

Prometeu-se uma produção de 11 mil megawatts, que não serão possíveis graças às ‘concessões ambientais’, assim denominadas pelos empresários envolvidos no projeto; o máximo conseguido será 4 mil megawatts/ano. Durante seu governo, enquanto as negociações ferviam, Lula disse que construiria Belo Monte ‘na lei ou na marra’ e, para tanto, meteu a mão no bolso do contribuinte! Enquanto isso, a Casa Civil passou a pressionar muito o Ibama para que a licença de instalação da hidrelétrica fosse dada. O órgão, então, disse que havia pouco tempo e falha em diversas informações para a conclusão desta.

Para a construção de Belo Monte são necessárias escavações de canais com mais de 30 quilômetros de extensão; 260 quilômetros de estrada são necessários construir para ligar os pontos do canteiro de obra; 20 mil pessoas serão deslocadas de suas casas para que as obras iniciem-se. Fala-se em apagão, colocando sobre as ‘costas’ de Belo Monte a tranquilidade energética das regiõe Sul e Sudeste do país. Porém, o fato de a energia ser produzida no norte e precisar de centenas de milhares de quilômetros de linhas de transmissão para chegar às regiões, é deixado em segundo plano. Sem contar o fato de que grande parte da energia produzida na hidrelétrica será direcionada a empresas que fabricam matéria-prima para exportação. Ou seja, investimento do dinheiro do contribuinte para forro dos bolsos de empresários estrangeiros.

A atual presidente, Dilma Rousseff alega que, caso não se invista em Belo Monte, é necessário investimento em energias a óleo ou carvão, esquecendo-se do potencial solar e eólico do Brasil. “O custo de geração eólica é de R$150/MWh e de usinas de cogeração a biomassa R$160/MWh”, diz Ricardo Baitelo, da Campanha de Energia do Greenpeace. “A diferença tarifária para os R$83/MWh da usina de Belo Monte obviamente não compensa os graves impactos sociais e ambientais causados pelo empreendimento.”

A pressão continua forte e a história está longe do fim – ou não.

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