Arquivos do Blog

Síntese Expo (Sliks)

Inaugurada ante-ontem dia 30/5 a Expo Síntese em SP, por Raphael “Sliks” Artista urbano da capital com um grande diferencial que são suas tags e letras totalmente originais.

Em cartaz na galeria Tag and Juice (Vl. Madalena) é uma ótima opção pra quem procura e curte arte urbana de todos os estilos. confira esse pequeno teaser da expo preparado pela Evoke.

Anúncios

App Save The Animals – STAIY

Até que enfim, saiu! A Save acaba de lançar um aplicativo com informações em tempo real sobre skate, arte e sustentabilidade  A iniciativa está projetada para rodar em iPhone, iPad e iPod Touch.

O aplicativo STAIY pode ser baixado gratuitamente e apresenta conteúdos do que rola no site,  informações, notícias e dados importantes que auxiliem toda sociedade a desenvolver uma opinião crítica e, ao mesmo tempo, inspirem pessoas à ação.

O App STAIY possui seis diferentes funcionalidades:

  • RSS – feed de notícias em primeira mão.  A informação corre atrás de você.
  • Facebook – descubra tudo o que está rolando de novidades da SAVE no facebook. Uma cobertura completa  atualizadas em tempo real.
  • Twitter – um curta simples com informações para o dia a dia dos cidadãos.
  • Youtube – uma pasta com todos os documentos e registros da SAVE para relembrar os melhores momentos gravados e se atualizar a cada vídeo novo lançado em questão de segundos.
  • Produtos – aqui em breve estará todos os produtos disponível da Save the animals, por enquanto está a venda as camisetas, confira! E você, já pegou a sua?
  • Mapa – O local de onde está localizado a venda das t-shirts. Corre lá pegar a sua na C-Vida Skate Shop.

“O nosso objetivo é sempre deixar o conteúdo da SAVE acessível a todos os públicos, a qualquer momento. Acreditamos que o conceito de skate, arte, música, vegetarianismo e ser mais humano deve chegar às pessoas de forma objetiva e fazer parte de nosso cotidiano. Assim colocamos nesse aplicativo todos os conteúdos relacionados com notícias desse conceito.”

Download do Aplicativo
Para ter o aplicativo no iPhone, iPad ou iPod Touch basta acessar o site da Mobi STAIY no navegador do seu celular ou ou fotografe o código abaixo com o leitor de código de barra do seu celular e faça o download para o seu dispositivo móvel.
 
Obs.: Caso o aplicativo não funcione corretamente no seu celular, tente atualizar o sistema do seu celular que às vezes pode estar desatualizado. Estamos correndo atrás de quais são os modelos que realmente aceita o aplicativo. Alguns celulares Android não está funcionando. Acredito que seja disponível para todos Iphone.

Girls junst wanna have fun!

No ultimo dia 11 de março, a marca de sprays Montana MTN, realizou em barcelona um grande encontro de escritores de graffite….

….Ou melhor, ESCRITORAS DE GAFFITE.

A MTN reuniu os dez melhores nomes femininos de espanha, entre outras convidadas, e CLARO que o resultado foi senssacional e que as meninas provaram mais uma vez a grande qualidade dos seus serviços, e os murais ficaram lindos mais uma vez no “Three Chimneys Park” em Barcelona…

Artistas convidadas: Turquesa Rabodiga, Yubia, Eme de Mati, Laia, Menor, Fatima, the duo NM, Flexi, Lahe e Musa

Confiram as fotos desse role alucinante:

Fotos por: Germán Rigol (cortesia a MTN).

28º Festival de Gelo e Neve de Harbin. 2012 China

Palácios de conto de fadas, castelos e enormes arranha-céus – todos esculpidos em gelo – estão entre os pontos turísticos no Gelo do  28# Festival Anual de Neve de Harbin.

O festival, um dos maiores do mundo, abre oficialmente 05 de janeiro e dura por um mês. Pessoas de toda a China e no exterior são atraídos para as visões originais de uma lista internacional de escultores que iluminam as suas criações com luzes multicoloridas envolto no gelo translúcido. As esculturas e edifícios são construídos a partir de blocos de gelo cortados da superfície congelada do rio Songhua nas proximidades.

O festival atrai cerca de 800 mil visitantes a cada ano para Harbin, uma das cidades mais frias da China, situada na província nordeste de Heilongjiang, onde o mercúrio, em janeiro, muitas vezes arrasta-se abaixo de menos quatro graus Fahrenheit.

Confira algumas fotos alucinantes desse grande evento que aconteceem parceria com a natureza. kkk

E peço desculpas por ficar um tempo sem dar as caras aquí na save, foi um final de ano bem corrido. Enfim 2012 promete. boa tarde! e bom ano novo com um pouco de atrazo!

Entendendo a Save The Animals

Este breve vídeo mostra o depoimento de alguns colaboradores da SAVE, falando sobre problemas sociais e a intenção da criação deste projeto perante a sociedade, o material foi feito para a FACULDADE DE CAMPO LIMPO PAULISTA (FACCAMP)  todos são também membros da imprensa local da região de Jundiaí .

Para aqueles que ainda não entenderam a intenção da SAVE, nós queremos idéias, nós queremos consciência, nós queremos independencia, liberdade de expressão, igualdade Social… ISSO É SAVE THE ANIMALS

 

Retna + EL Mac

Okay, hoje é dia de arte, me deixaeu tomar a frente e apresentar dois caras que estão literalmente botando pra foder em LA.

RETNA e EL MAC!!!

Os caras são dois incríveis artistas com um talento e estilo muito único de traço, MAC busca muitas referencias em traços lineares, feitos a pinkdot (fat cap), seus traços definem muito bem o personagem retratado. Já RETINA tem uma forte influencia na tipografia gótica assunto que o cara representa forte na cena do graffite underground. Chega a ser assustadora a forma como dois estilos fortes e opostos entram em harmonia total no muro, confiram essas perolas ae!

Let the Arts Roam – Segue um video que fala e mostra mais sobre os caras, e é narrado pelos caras, como se fosse um auto retrato falado!!

Let The Arts Roam from I Am Los Angeles on Vimeo.

A Famosa “Carreira” de Sal

Esqueça sombreamento com lápis, tintas, carvão e todos os outros metodos utilizados para obter as suas obras em papel. Na verdade, Bashir Sultani não precisa de papel em tudo. Tudo o que ele precisa é de uma mesa, sal e uma lâmina de barbear, e ele pode reproduzir retratos assustadoramente realista de ícones da cultura pop e celebridades.
Um retrato de Al Pacino feito de uma substância granulada e branca? Oh, a ironia.!!!

 
Cabulasamente, John Lennon !!!

Check OUT: Canal de Bashir no Youtube

The World is Where We Live

 A nova campanha de 50 anos da WWF propõe o reconhecimento nas grandes e simples semelhanças entre os humanos e os animais, intitulado “The World is Where We Live” o comercial traz algumas cenas bem interessantes.

Vale a pena conferir!!!

The world is where we live from WWF on Vimeo.

Be more human dudes!

Todo Skinhead já foi Negão!!!

 A revista VOID publicou na sua 68ª edição uma matéria bem interessante sobre os nossos amigos da You And Me, e seus fabulosos compactos 45rpm do melhor estilo original.!

E como hoje é o dia de som aqui na save, resolvi preparar um “resumo” da matéria, quem curtir e resolver se aprofundar mais na imensa cultural musical jamaicana pode acessar o blog dos caras, e baixar alguns dos milhares de álbuns que os caras disponibilizam pra download na rede, aproveitando sempre para ler as curiosidades históricas de cada um deles e curtir ótimos podcasts!!!

Link: You And Me On A Jamboree

 

Na real, a história toda começa na Jamaica, com os Rude Boys, muito antes de um tal Bob Marley dizer em alto e bom som que atirou no xerife. Os Rudes formavam a galera que curtia e fazia reggae, andava em Lambretas, raspava a cabeça e delinquia; e é esse nicho que a Jamboree explora. “Aqui em São Paulo a gente ainda não tinha essa discotecagem. Aí eu passei a visitar o blog You and Me , comecei a conhecer coisa para caramba por ali. Aí num aniversário da minha irmã eu decidi fazer uma festa lá em casa, com meus discos e meu toca discos. Juntamos com uns amplificadores velhos, uma caixa velha, um som ruim pra caralho. Chegou um amigo nosso e falou: ‘Porra, mano, esse som de vocês é mó jurássico, mó bagulho velho’” Foi daí que veio o nome do grupo que embala as noites bimestrais da Jamboree: Jurassic Sound System. A balada é forte e a trilha sonora é só na base do disquinho 7 polegadas e da vitrola amplificada por caixas de som monstruosas.

Jurássico, um dos DJs do clã, dá a letra sobre o que acha de tocar numa festa onde os skins se sentem em casa: “As fichas foram caindo… Tinha uma música do Marley que ele falava de Hooligan. ‘Caralho, Bob Marley falando de Hooligan’. Aí comecei a pesquisar e saber que os Mods ingleses começaram a se juntar com os rude boys jamaicanos que migraram para o Reino Unido  e aí surgiu essa nova cultura da época. Tanto que eu lembro que na estreia da Jamboree foi a primeira vez que eu vi aquele monte de skin e percebi que o skinhead tradicional rolava aqui também. Aí comecei a ter noção da história”, resume.

Para Jurássico, no começo o termo skinhead reggae causou uma estranheza do cacete, mas no fim das contas serviu para disseminar o gênero mundo afora, principalmente na Grã Bretanha e Europa em geral. Segundo ele, o que se pode chamar de banda podre do movimento skinhead brasileiro, que são os neonazistas e integrantes do grupo Carecas do Brasil, até tentou colar nas primeiras edições do evento, mas desencanou porque o ritmo que mais gostam, o ska, é intercalado com doses brutais de reggae e rocksteady. ”O ambiente foi limando essa galera que tentou se infiltrar e deixou o espaço para os que realmente entenderam o que era o skinhead reggae. Tanto que aqui é um dos poucos lugares que você pode pegar o microfone e falar: ‘Isso aqui é Skinhead’ sem ninguém torcer o nariz. Em BH eu já tentei fazer isso, de levantar a bandeira do skinhead reggae e vir nego me intimidar, falar que skinhead é nazista e o caralho. Tem gente que é radical a ponto de não querer entender”.

Skinhead do pelourinho

Na fila lá fora a audiência é eclética, mas ali estão os skins trads , skinheads que dão valor à camaradagem, ao antifascismo e às origens jamaicanas citadas no parágrafo anterior. Mesmo dentro de uma cultura uniforme (cabeça raspada + coturno Dr. Martens) o ecletismo está presente. Encontramos um exemplo disso na frente do bar. Enquanto figuras de suspensório e cabeça raspada fumavam unzinho com velhos rastafáris, um skinhead baiano chegava pra conferir o que tava pegando.
“O mais importante de tudo é a música, que é o que une todo mundo que tá aqui. Foi o que rolou antigamente: um monte de imigrante, um monte de gente que estava chegando na Inglaterra e todo mundo gostava do mesmo tipo de música”, diz Laion Pessoa, 20 anos e soteropolitano da gema. Ele também aproveita pra chutar pra longe a associação imediata que as pessoas e a mídia fazem entre skins e neonazistas. “Se você for conversar com os neonazistas, os caras não vão saber falar nada sobre a música, nada sobre como a cena começou. Eles se apropriaram de um negócio que não era deles. Os skinheads, desde a época dos Rudeboys, nunca tiveram medo de enfrentar as coisas. Os nazis se apropriaram de uma cultura que não era deles e colocaram um monte de coisa que não tem nada a ver”, declara.

 

 Na real, o que fodeu com o movimento foi o aliciamento que o National Front inglês fez com certos cabeças ocas que orbitavam em shows e eventos lá pelo fim dos anos 70 e meados dos anos 80. Colocaram na mente dos caras que a culpa pelo desemprego no país era dos imigrantes. Aí já viu: jovens desocupados + manipulação política = merda.

Sobre sustentar o visual em São Paulo, cidade onde há tretas com nazistas e desconfiança da família e patrões, Laion é bem direto: “Você tem que estar disposto a encarar suas escolhas, tem que ter caráter. Ser skinhead é ter coragem de se diferenciar da classe dominante e não é todo mundo que tem coragem de fazer isso. O cara que tá nessa é porque tem coragem”, sintetiza. Também na fila para entrar, já inebriado pela fumaça de Jah, um rapaz que quis se identificar apenas como Eduardo resolve contar como rolou o primeiro contato com o skinhead : “Quando eu era mais moleque eu ouvia mais um hardcore, um punk rock. Depois de muito tempo eu fui ver qual era a pegada do skinhead. Todo mundo fala mal, mas depois que você conhece passa a conscientizar as pessoas de que a cultura não é aquilo que a mídia passa. A mídia quer manipular, mano.” Apesar de querer aliviar a barra, confessa que o lance se dá nas ruas, e por isso não tem jeito: às vezes o pau canta forte. “Sempre rola confusão e pancadaria. Mas nóis é hooligan e corinthiano. Gaviões da Fiel, mano!”, resume Eduardo, que vem à festa pra tentar catar umas minas e também curtir sons do naipe de Toots and The Maytels, banda jamaicana clássica que mistura o ska com soul, reggae e rock.

 A turma de CWB

Curitiba também marca presença na Jamboree e um dos figuras que esbarramos na frente do pico foi Rodrigo Natal (A.K.A Tio Tone) que veio da capital paranaense pra garimpar uns discos e curtir a balada. Ele dá a letra sobre o preconceito com a cultura skinhead. “A questão do preconceito com o visual a gente sofre direto. Em Curitiba é um pouco menos porque conhecemos muita gente, mas o pessoal mais novo, que não conhece, tem bastante preconceito sim. Até porque a cidade lá já teve um histórico grande de violência com os nazis”, explica. Mas ele aproveita também pra lembrar o começo de tudo, a raiz negra, vinda da ilha jamaicana. “O sujeito que não tiver essa consciência não pode nem ser chamado de skinhead. Nossa cultura se assemelha muito mais com a cultura negra jamaicana do que com o mod inglês”.

Rodrigo citou o movimento Mod porque foi a essa turma que os negros jamaicanos se juntaram quando chegaram à Inglaterra. A empatia entre os dois grupos foi imediata e enquanto alguns dos branquelos britânicos passavam a deixar o cabelo crescer e começavam a ouvir o rock progressivo e psicodélico dos anos 60 e 70, outra fatia de jovens raspava a cabeça e se envolvia com os negros da terra de Bob, exaltando suas raízes operárias e suburbanas. Ficaram conhecidos como Hard Mods. Working Class total, sacou? Isso é skinhead. Aliás, falando em Hard Mods, topamos com um lá na frente da Jamboree. O também curitibano André Luiz, de 21 anos, cola por lá para curtir o soul que está no set do pessoal do Jurassic. Ah, e ele aproveita para esclarecer: “Pra mim hard mod é música negra, esse lance de Cachorro Grande é uma palhaçada da MTV”.

 Encurralando nazis sem porrada

Na onda dos esclarecimentos que rondam essa matéria, foi importante ter trocado ideia com Greg Fernandes, outro que faz parte da organização da Jamboree. O cara se considera um skinhead típico e já tomou cacete de neonazistas dentro do metrô de São Paulo. O revide está vindo aos poucos, com as pedradas musicais que a balada oferece. “Essa cena de skinhead reggae está crescendo e os nazis estão ficando encurralados, já estão vivendo uma crise de identidade, porque as pessoas já estão se informando mais (sobre skinhead) e não têm mais tanto medo”. Longe de pancadarias, Greg vive entre a raiva de nazis e a desinformação costumeira de punks bunda mole. “Deste jeito, fazendo festa e divulgando o verdadeiro som skin, eu já estou combatendo o nazismo e a falta de informação sem precisar chegar lá e bater de frente com os caras”.

Uma hora vai dar merda

Mais uma prova viva de que a cultura skinhead pode e deve conviver de boa com outras vertentes urbanas é o atualmente desempregado Leonel Cardoso, também conhecido por Skid. O cara é de Canoas, cidade da periferia de Porto Alegre e é integrante de uma torcida organizada do Grêmio desde os 14 anos. “Lá dentro o pessoal é mais do rap, do funk. Eu causo estranheza, mas tenho paciência para explicar para todo mundo a parada do skinhead”, declara Skid. No entanto, ele faz parte de uma fatia que se considera Sharp (Skinheads Against Racial Prejudice – na tradução: Skinheads contra o preconceito racial) e isso quer dizer que, mais cedo ou mais tarde, o cara vai ter que enfrentar nazis pela rua. “Mas eu sou tranquilo, tenho uma ficha policial extensa, mas é por causa de briga em estádio, nunca por causa do skinhead. Por treta em estádio já fiquei até cinco dias em presídio”, recorda.

Apesar de andar com o mesmo visual dos demais skins, Leonel coloca um pouco mais de hardcore e bandas Oi!   no set list pessoal. “Tenho escutado bastante Lammkotze , que é da Alemanha, que fazem um som bom e mostram bem a real. A capa de um dos discos deles mostra cerveja, camaradas e as mulheres”, diz às gargalhadas. Com a mesma tranquilidade que fala de camaradagem e futebol, Skid também relata embates corpo a corpo com anarco punks. “Tivemos uma briga com eles um pouco antes de um show do Skatalites. Eles disseram para um amigo nosso que iam vir nos pegar, aí fomos cobrar satisfação cara a cara. Fomos para cima, o pau quebrou. O cara tenta conversar, mas tem dias que não tem jeito”, declara.

Outro que também já se envolveu em tretas é Tom (ele prefere se identificar apenas por esse apelido), que também frequenta as arquibancadas. “Se você toma a atitude de ser skin hoje em dia, vai acabar se fodendo em algum momento, vai acabar sendo preso, isso é certo”, profetiza. Mas é ele mesmo quem coloca panos quentes: “Com o tempo, o pessoal vai ver qual é o verdadeiro lance do skinhead. O punk passou por problemas semelhantes quando chegou ao Brasil.”

Arte em “ABRÓBAS”.!

Provavelmente todo mundo aqui conhece as tradicionais aboboras esculpidas, cujas quais os americanos costumam usar para decorar casa/lojas e shoppings no Halloween.

Com base nesse princípio que o cidadão norte americano Ray Villafane resolveu lançar uma séria de esculturas feitas em aboboras, e o realismo de seu trabalho é tão alucinante que faz os tradicionais “Jack O’lanterns” parecerem brincadeiras de criança.

Se liguem. 

E pra quem curtir e quiser saber mais: Villafane Studio Site

%d blogueiros gostam disto: