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Como é a Street Art de Barcelona?

Estamos acostumados a ver arte pelas ruas da cidade onde moramos, próximo de onde trabalhamos, etc…  É o que chamamos de Street Art. Eu adoro quando você vê que todos esses diferentes tipos de arte de rua têm, apesar de algo em comum, uma identidade própria. Todo artista tem seu próprio estilo, mas sempre algo em comum… Geralmente eles têm que pintar rápido, antes que a polícia chegue, pois ainda há quem confunda graffiti e pichação. Neste post uma seleção com arte de rua de Barcelona. Vale a pena conferir.

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Wall.K São Paulo

Em São Paulo, o graffiti acontece como em nenhuma cidade do Brasil. Em meio a esse sem-número de trampos espalhados pelos muros, muita história boa acaba deixando de ser contada.

É por essas e outras que o coletivo Wall.k São Paulo lançou um projeto que quer catalogar a arte urbana paulistana. Os bairros melhor representados pela street art vão ser mapeados por um aplicativo para iPhone, que contará com guias de áudio.

Assim, o locutor vai ajudar o visitante a explorar rotas e obras. A diferença é que agora o museu não tem teto.

Curtiu a ideia? Ela pode virar real com o seu apoio. Para entender os pormenores do projeto e dar uma força aos caras, é aqui.

Na primeira etapa, vão ser produzidos cinco áudio-guias. A proposta é que o dispositivo seja gratuito, bilíngue e, como tempo, cresça em possibilidades. Bacana, né?

A Zupi aplaude a iniciativa! Ah, tem vídeo explicando tudo, dá uma olhada:

Para acompanhar as novidades do Wall.k São Paulo, curta o espaço deles no Fb.

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MR SPRAY by Shepard Fairey

Temos o prazer de anunciar MR. SPRAY , uma figura de vinil com nova edição limitada, projetado pelo internacionalmente renomado artista Shepard Fairey ou Obey Giant! Como preferir..

Mr. Spray é um personagem original criado pelo artista em 2004 como uma apropriação envolvendo arte de rua. Em um projeto de caráter publicitário da década de 1950. Mr. Spray é o projeto original de primeira figura de vinil do artista em onze anos e foi lançado em meados de julho de 2010.

Confira:

 

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Moinho Vivo

Há cerca de um mês, a favela do Moinho sofreu um incêndio controverso e vem se recuperando a duras penas. Para incentivar doações à comunidade que vive, em sua maior parte, em barracões improvisados, foi promovido o festival de hip hop de nome Moinho Vivo.

Localizada na região central de São Paulo, a comunidade do Moinho pôde, no último final de semana, dar um tempinho à dura realidade e ter acesso à musica e à street art. Marcaram presença por lá os grafiteiros Cranio e Mundano, além de grupos como Racionais MC’s, Emicida e Rappin’ Hood.

Acompanhe algumas imagens:

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As fotos abaixo são de Rogerio Fernandes:

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Skate & Art

Qual a relação do skate com a arte? Enquanto a pergunta fica no ar, conheça um pouco sobre Gregori Bastos, mais conhecido como Alecrim.

O brasileiro anda de skate há quase dezesseis anos e conta que a convivência com as ruas foi a responsável por desenvolver sua admiração pela arte urbana. “Acredito que o convívio direto com a rua tenha despertado o meu interesse por qualquer tipo de cultura nela produzida. Eu enxergo o skate como uma manifestação muito mais artística do que esportiva.”

Devido ao contato com a cultura pública, Alecrim produziu o documentário Skate&Art, que dialoga sobre a relação do skate com a arte, além de retratar a rua como um palco de apresentações.

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Quatro skatista participam do documentário contando um pouco de suas experiências e deixando clara a interferência do skate em suas vidas e trabalhos. São eles: Eduardo “Stuart”, Rodrigo “Charlie Brown”, Alexandre “Chapolin” e Victor “Puro-Osso” .

Gregori produziu o vídeo com o mínimo de recursos em mãos. As filmagens foram feitas em cinco dias e a edição foi finalizada depois de um final de semana sem pausa para descando.

As cenas externas foram filmadas em Petrópolis, Rio de Janeiro, em lugares freqüentados pelos skatistas todos os dias. As cenas internas foram produzidas nas casas dos artistas.

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Você ainda não sabe a resposta da relação do skate com a arte? Então assista ao vídeo e descubra. Ainda deixamos uma pequena palinha: “A visão que a sociedade tem do skate, pejorativa ou não, nunca mudará o sentimento que cada skatista tem quando está sobre o skate”.

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Arte de rua plastificada?

Arte de rua plastificada?

Estênceis criados pelos artistas Banksy e Mr. Brainwash – que muitos acreditam ser apenas uma persona artística do próprio Banksy desde o documentário Exit Through the Gift Shop – vêm sendo cobertos pelas ruas de Los Angeles. O material usado para tal ação, o plexi, é um tipo de resina acrílica próxima ao vidro e serviria para preservar as imagens.

Éssa matéria me despertou um interesse especial para fazer uma pergunta a voce visitante da ”Save”, um artista desse genero deveria saber que ele corre o risco de ter sua arte sobreposta por outra a qualquer momento, arrisco dizer que esse seja um dos charmes do ”Street Art”, sabendo disso. É positivo ou negativo o ato de preservar as pinturas dessa maneira mesmo elas sendo produzidas em locais publicos?
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É isso aee, se voce curtiu não deixe de postar sugestoes  e sua opinião tambem

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