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Maratonista vegetariano com mais de 100 anos

Fauja Singh é um maratonista britânico de origem indiana, vegetariano, de 102 anos. Em outubro de 2011 ele se tornou a primeira pessoa de 100 anos a competir em uma maratona. O maratonista mais velho do mundo só não está no livro dos recordes porque Fauja não tem registro de nascimento (mas sua idade consta no passaporte).

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Vegetarianos têm mais tempo de vida

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O vegetarianismo pode fazer as pessoas viverem mais.  Foi o que concluiu um grupo de pesquisadores americanos.

Eles avaliaram mais de 70.000 voluntários e perceberam que, em um período de seis anos, a quantidade de morte entre os vegetarianos foi 12% menor do que entre as pessoas que comiam carne.

Essa maior expectativa de vida foi observada em todos os tipos de dieta vegetariana. Entram nesta lista a ovolactovegetariana (quando se consome ovos e leite) e o veganismo (que exclui todos os produtos de origem animal).

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Governo declara apoio à campanha “Segunda sem carne

Lançada em São Paulo em 2009, a campanha “Segunda sem carne” defende que “se ao menos às segundas feiras as pessoas parassem de consumir carne, já haveria um impacto positivo sobre o meio ambiente, a saúde humana e os animais”. No início do mês, a Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SMA) oficializou o seu apoio à campanha, promovida pela Sociedade Vegetariana Brasileira.

Divulgação

Um dos argumentos mais fortes da proposta refere-se aos impactos ambientais da produção de carnes.

A “Segunda sem carne” já existe em diversos países como Estados Unidos e Reino Unido, onde é encabeçada pelo ex-Beatle Paul McCartney. Apoiada no tripé “Pelas pessoas, pelos animais, pelo planeta”, a ideia da campanha é convidara as pessoas a tirar a carne do prato pelo menos uma vez por semana.

Um dos argumentos mais fortes da proposta refere-se aos impactos ambientais da produção de carnes. Hoje, esse setor é hoje responsável pela maior parte do desmatamento da Amazônia, emite direta ou indiretamente a maior parte dos gases do efeito estufa do país e consome grandes volumes de água.

Para ajudar os adeptos, o site da campanha disponibiliza uma grande variedade de receitas esugestões para quem quer abrir mão da proteína animal sem abrir mão do sabor. Também podem ser encontradas na página da web dicas de nutrição, notícias e informações qualificadas a respeito das razões éticas, ambientais e de saúde que envolvem o consumo da carne. Desde a Rio+20, no ano passado, um relatório da WWF também já recomendava a Segunda Sem Carne como forma de reduzir a pegada ecológica dos paulistas.

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Sobre respeito pelos cachorros e outros animais

Sempre penso que deveríamos fazer parte da Natureza e não agir como se ela fosse de nossa propriedade. O documentário a seguir mostra que a adoção de cães (mas também de qualquer animal) é muito mais respeitoso do que comprá-los.

Infelizmente, tratamos os animais como objetos – e não como parte da natureza que estamos incluídos.

Eu sempre achei muito chato ver gente que come carne indignado com agressão contra animais domésticos. “Mas não criamos vínculos sentimentais com os animais que comemos”, uma vez um amigo me disse, e sabe o que eu comecei a pensar? Que, então, não tem problema nenhum se alimentar de sociopatas, já que ele também não criam vínculos sentimentais com ninguém! Ou com pessoas que não conhecemos já que… Oras, não criamos vínculos com eles! Óbvio que não. Todo animal merece respeito!

O homem é o melhor amigo do cão?

“Antropocentrismo: Atitude ou doutrina filosófica que faz do homem o centro do Mundo, alegando que este foi feito para ele, e que o bem da humanidade é a causa final do resto das coisas”

 

 

Não quis usar esse espaço para falar sobre minha revolta generalizada, por que o assunto é mais longo… mas se quiser dar uma olhada Muito menos por muito mais, no Gabitopia.

VáPraFeira.com – Tudo que uma alimentação vegana precisa está lá

Muita gente reclama que em sua cidade não existem opções em produtos veganos. Mas eles sempre estiveram lá. Coloridos, saudáveis, baratos e extremamente acessíveis em qualquer estado do Brasil: os vegetais da feira!

Uma campanha convida você a visitar esse evento tão aconchegante e essencial: a feira.
www.vaprafeira.com

Tudo o que você realmente precisa para se tornar vegano está lá. É claro que é bom ter produtos industrializados que facilitam a vida, mas nada substitui o que a natureza fez. Além disso, na feira você compra de produtores pequenos e locais, poupando o meio ambiente e evitando grandes corporações.

No Youtube

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TV Gazeta se recusa a veicular campanha contratada a favor do vegetarianismo

A campanha “Pense Nisso” do Instituto Nina Rosa, que conta com a participação voluntário dos atores  Thaila Ayala e Paulo Vilhena é resultado da coragem de fazer o bem de várias pessoas. Tudo começou com o empresário Alexandre Haigaz, que um dia relatou ter se tornado vegetariano após assistir ao documentário A Carne é Fraca produzido pelo INR .

Ele contou ainda da sua vontade de que muito mais pessoas tivessem a oportunidade de serem também sensibilizadas sobre os impactos de suas escolhas. Pensando nisso (desculpem o trocadilho), ofereceu comprar espaço em emissoras de TV para a divulgação de um “comercial” sobre o assunto.


Foto: divulgação

Na contramão da ação, A TV Gazeta de SP se recusou a veicular o comercial, que seria pago, sob a alegação de que a campanha contém cenas de violência. “Defendemos que essas cenas no filme de 30 segundos nada mais são do que uma ínfima parte da realidade cruel que os animais sofrem nos matadouros.
Acreditamos que a campanha “Pense Nisso” invocará o telespectador a repensar seus hábitos alimentares e seu papel para que essas cenas violentas deixem de ser realidade. Somente uma nova consciência poderá promover a tão almejada cultura de paz” defende Nina Rosa presidente do INR ecolunista da ANDA.

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Toddy: achocolatado ganha versão vegana e orgânica

Um dos achocolatados mais famosos entre os brasileiros acaba de ganhar uam versão orgânica e vegana. Segundo o site do produto – visite e saiba mais www.toddy.com.br/organico – o lançamento traz apenas cinco ingredientes: cacau e açúcar orgânicos, extrato de malte, sal e lecitina de soja.

Assista a um vídeo que conta um pouco do processo produtivo deste produto.

A dica quentíssima foi descoberta no recente site www.menuvegano.com.br. Vale a visita.

SVB divulga vídeo oficial da Parada Veg 2011

Neste domingo, dia 4 de dezembro de 2011, aconteceu, na Av. Paulista, a terceira edição da Parada Veg, evento organizado pela Sociedade Vegetariana Brasileira, com o intuito de promover o vegetarianismo e a não-violência, reivindicar mais visibilidade e respeito para essa opção de vida, e fomentar as discussões sobre hábitos de consumo. (Fotos e matéria publicada no ViSta-se aqui.)

Assista o vídeo oficial da Parada Veg 2011 em alta definição no Youtube. 

A Parada Veg 2011 ocorreu com total tranquilidade das 14hrs às 17hrs, e contou com cerca de 500 pessoas que se concentraram na frente do número 2064 da Av. Paulista e caminharam com faixas, cartazes e gritos de guerra até o Masp.

A Parada contou também com a presença das atrizes Lúcia Veríssimo e Gabriela Veiga, além de ongs, coletivos, crianças e pets.

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SOMOS TODOS DE CARNE

Não imagina uma refeição sem carne? Então é melhor se informar e comer melhor

David Sayeg/ http://www.flickr.com/davidyesai

Comer carne, um ato aparentemente banal, traz uma série de implicações para a saúde das pessoas, o meio ambiente e o bem-estar dos animais que muitas vezes nem passam pela cabeça de quem consome. Mas nem tudo está perdido… Ainda. informe-se e coma melhor

Quando compramos uma bandeja de carne no supermercado ou pedimos um inocente hambúrguer, pouca gente se dá conta de que ali está um pedaço de um animal. E que aquela refeição tem cada vez mais impacto no meio ambiente. Foi-se o tempo em que a maioria da carne vinha de fazendas onde os animais eram criados soltos e podiam, bem ou mal, viver como sua espécie deveria viver. O que comemos hoje na maior parte é fruto de uma criação em escala industrial, na qual os animais são geneticamente preparados, têm a mobilidade restrita em confinamentos superlotados e estressantes e recebem uma dieta carregada de aditivos. A produção, o tratamento e o abate muitas vezes são feitos de maneira cruel e dolorosa. Informações que passam bem longe de cardápios e rótulos. “A carne é uma indústria de US$ 140 bilhões anuais, que ocupa perto de um terço de todo o território do planeta, molda os ecossistemas do oceano e pode determinar o futuro do clima da Terra”, diz Jonathan Safran Foer no livro Comer animais (ed. Rocco), em que relata como funciona a produção da carne em escala industrial. Como muitos que decidiram explorar o assunto, virou vegetariano convicto. A seguir, reunimos dados que mostram o que está por trás dos pedaços de animais oferecidos em restaurantes e supermercados. Não consegue, nem quer, viver sem carne? Tudo bem. Mas é bom que saiba o que isso significa. Para você e para o resto do planeta.

Angelo Christo/ Corbis/ Latinstock

Cérebro de porco

Cérebro de porco

Considerados bichos inteligentes e sensíveis, os porcos têm um grau mais alto de autoconsciência e maior capacidade de interação do que certos humanos com lesões cerebrais ou em estado de senilidade.Porcos têm linguagem. Com frequência atendem quando são chamados (pelos humanos e pelos outros porcos), gostam de brinquedos (e têm seus favoritos) e são capazes de jogar videogames com controles adaptados aos focinhos.

Porcos de granja normalmente são abatidos quando chegam a cerca de 100 kg. Se continuassem a viver, poderiam passar dos 350 kg.

Por conta própria, os leitões tendem a ser desmamados com cerca de 15 semanas, mas nas granjas industriais eles são desmamados com 15 dias. Com essa idade, não conseguem digerir direito comida sólida, por isso recebem remédios contra diarreia.

Uma série de antibióticos, hormônios e outros produtos farmacêuticos na comida dos animais mantém a maioria deles viva até o abate, a despeito das condições de higiene e confinamento em que são mantidos.

Não é incomum porcos aguardando o abate terem ataques cardíacos ou perderem a capacidade de se locomover.

Com 38 milhões desses animaiso Brasil é o quinto maior produtor de carne suína do mundo, atrás de China, EUA, Alemanha e Espanha.

Criações de Porcos em extremo confinamento são laboratórios ideais para o aparecimento de novos vírus que podem nos infectar. Infectologistas apontam que as criações intensivas de porcos e frangos são as mais perigosas fontes de vírus potencialmente letais aos humanos.

Lester Lefkowitz/ Corbis/ Latinstock

Atum

Atum

A pesca de atum provoca a morte de outras 145 espécies capturadas por acidente, incluindo baleias, tubarões, arraias e tartarugas. Para produzir cada prato de sushi de atum é necessário outro prato de 1,5 m de diâmetro para conter todos os animais que foram mortos “sem querer” durante a pesca.
De cada dez atuns, tubarões e outros grandes peixes que viviam nos oceanos há cem anos sobrou apenas um. Muitos cientistas preveem o colapso de todas as espécies – alvos de pesca em menos de 50 anos.

Antigamente os pescadores localizavam os cardumes de atum e então os puxavam no braço, um por um, com vara, linha e gancho. Hoje isso é passado, são usadas pesca de arrastão ou espinhel.

1,4 bilhão de anzóis são lançados por ano com espinhel (em cada um é usado como isca carne de peixe, lula ou golfinho).

Quase todos os peixes e frutos da pesca hoje contêm traços de mercúrio, metal tóxico que se acumula no organismo dos animais (humanos também) e pode afetar o sistema nervoso e causar demência. O risco varia de acordo com a quantidade e a espécie de peixe consumida.

Quanto maior o peixe e quanto mais tempo ele tiver de vida maiores são as chances de acumular o metal. Segundo a FDA (agência que controla alimentos e medicamentos dos EUA), tubarão, peixe-espada e cavalinha são espécies que devem ser evitadas.

A maioria do salmão que comemos vem da aquicultura. Uma fonte de problemas nessa atividade é a presença abundante de parasitas que prosperam em águas não correntes – em número 30 vezes maior do que o normal.

O Brasil é o maior exportador mundial de carne bovina e possui o segundo maior rebanho, com 205 milhões de bois e vacas – mais do que um animal por habitante. O rebanho só fica atrás do da Índia, onde é proibido matar vacas.

A pecuária é a causa número um das mudanças climáticas. Estudos da ONU apontam que o setor é responsável por 18% das emissões de gás estufa, 40% a mais que todos os meios de transporte do mundo – carros, caminhões, trens e navios – juntos.

O Brasil é o quarto maior emissor mundial de gases de efeito estufaprincipalmente por causa das queimadas e do desmatamento da AmazôniaA criação de bovinos é responsável por 80% do desmatamento da floresta brasileira, segundo o Ministério do Meio Ambiente. Nos anos recentes, a cada 18 segundos 1 hectare da Amazônia foi convertido em pasto.

O maior consumidor mundial de carne bovina são os Estados Unidos, seguidos de União Europeia e Brasil. Segundo o IBGE, cada brasileiro consome em média 34,7 quilos de carne bovina por ano.

Para produzir 1 quilo de carne de boi são necessários 15 mil litros de água. A produção de 1 quilo de arroz consome 3 mil litros de água.

Por meio de arrotos e flatulências, o boi libera metano, um gás com potencial de efeito estufa 20 vezes maior do que o dióxido de carbono.

Um dos principais alvos de críticas dos grupos de defesa dos animais é a produção da vitela, a carne de bezerros. Sua maciez e brancura vêm do fato de que os animais são alimentados apenas com leite e criados em baias minúsculas, que os impedem de se locomover e criar músculos.

The Scruffy Dog Barkery

Produtores de ovos muitas vezes manipulam a comida e a luz a fim de aumentar a produtividade. O objetivo é reprogramar o relógio biológico das galinhas para que comecem a pôr os ovos mais cedo. Galinhas criadas em escala industrial põem mais de 300 ovos por ano – duas ou três vezes mais do que na natureza.A maioria dos filhotes machos das galinhas poedeiras é destruída por não terem “valor comercial”. Boa parte dos pintinhos é sugada por canos até uma placa eletrificada. Outros são enviados para trituradores.

Na produção industrial, a galinha não é criada de forma livre – não pode andar, ciscar e reproduzir seu comportamento natural. Muitas vezes até quatro animais são colocados numa mesma gaiola de meio metro quadrado. O estresse do confinamento e da superlotação provoca o canibalismoPara não correr o risco de uma galinha devorar a outra, os bicos são cortados desde cedo.

Assim como os porcos, aves criadas dessa forma industrial são focos para o aparecimento de novos vírus que podem infectar o homem.

As galinhas de antigamente tinham uma expectativa de vida de 15 a 20 anos, mas o frango de corte moderno é abatido em seis semanas.

O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de carne de frango, atrás dos EUA e da China. Em 2009 foram abatidos 4,7 bilhões de frangos no país.

* * *

O QUE FAZER?

Se você não quer deixar de comer carne

  • Dê preferência a carnes com certificado de bem-estar animal, como o do frango da marca Korin.
  • Prefira carne bovina orgânica, de bichos criados soltos e alimentados em pasto sem agrotóxico. Diversos supermercados comercializam esse tipo de produto. Pergunte ao gerente.
  • Consuma ovos caipiras, de galinhas criadas soltas e alimentadas com cereais orgânicos. A granja Yamaguishi é referência nesse tipo de criação.
  • Pressione os supermercados para exigir dos fornecedores um sistema de rastreamento que garanta que a carne vendida não venha de áreas de desmatamento ilegal da Amazônia.
  • Escolha peixes com baixa concentração de mercúrio, como o salmão. Para ter uma idéia sobre os níveis de contaminação, consulte a tabela feita pela FDA: http://tinyurl.com/37m3r7r.
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Buffet Vegetariano Latino em Ministério da Revolução da Colher: Sábado 17/09, garanta o seu convite!


É esse sábado, o Buffet Vegetariano Latino no Centro Cultural Vrinda.

O endereço é Rua Muniz de Souza, 774, Aclimação – São Paulo  Tel 5908-1361
Opções lactovegetarianas e veganas!
Eles vendem convites antecipados por apenas R$15,00 e na hora por R$20,00.
Vegetarianos com passaporte da Revolução da Colher (se você é vegetarian@ e ainda não tem passaporte, baixe o seu aqui) têm desconto ao comprar o convite na hora também, lógico!
Aproveitem a promoção!
Grande abraço a todos!
Bruno Carmo
Revolução da Colher – SP

P.S.: Se você possui um estabelecimento vegetariano ou tem algum amigo que é dono de um estabelecimento assim, contacte-nos para se tornar também um Ministério do Reino Original da Revolução da Colher. Os Ministérios têm privilégios como divulgação constante e a possibilidade de organizar eventos e programações junto com a Revolução da Colher (conheça os Ministérios atuais aqui). Se você não mora em São Paulo, mas é ativista pelos direitos dos animais, torne-se também um Ministério da Revolução, e planeje encontros de ativistas ou outras atividades da Revolução. A Revolução é de vocês! =) 
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